Herpes Labial: tratamento sem antibióticos, sintomas e o que é essa doença

Conheça essa infecção e um tratamento alternativo sem antibióticos

A dois dias atrás comecei a sentir os sintomas que indicam a manifestação da herpes. Quem tem ou já teve sabe exatamente quando irá aparecer. Comecei a sentir formigamento no lábio e coceira, quando olhei no espelho já era nítido o começo da lesão.

Grande parte da população tem o vírus, podemos ser contaminados pelo contato direto ou indireto, como talheres, copos, gotículas de saliva e beijo.

O vírus fica “escondido” nos gânglios linfáticos e quando nós estamos com a imunidade baixa, no meu caso foi o estresse físico e exposição excessiva ao sol o ataque acontece.

Podemos dividir a lesão em 3 fases: coceiras, bolhas e cicatrização, com duração de 5 a 14 dias.

Como tratei?

O melhor momento para começar o tratamento é no estágio inicial, quando percebi os primeiros sintomas da herpes, fiz aplicação de laser 1J/cm2 e 4 administrações de Vitamina D Sublingual de 2000 U, durante o dia minha lesão já mostrou sinais de estabilidade.

Continuei com esse protocolo por mais 2 dias no terceiro dia, a herpes já estava no fim do estágio. A vitamina D é um poderoso aliado na melhora do sistema imunológico, fortalecendo as defesas do corpo. O laser é um poderoso anti-inflamatório, analgésico, antiedematoso e contribui no reparo tecidual.

Foi possível controlar a herpes sem o uso de antibióticos.

O Laser

Como sou Cirurgião Dentista tenho em minha clinica diversos equipamentos modernos e o laser é imprescindível dentro da clínica odontológica. Utilizo frequentemente como um anti-inflamatório local pós cirúrgico, analgesia de locais que foram traumatizados, estimulação óssea de locais pós implante e diversas outras funções.

Vitamina D

A vitamina D tem potente efeito de aumentar a absorção de cálcio no trato intestinal; além disso, apresenta efeitos significativos na deposição e absorção
ósseas, como será discutido adiante. Contudo, essa vitamina, em si, não é a substância ativa real indutora desses efeitos. Em vez disso, a vitamina D deve
passar por uma série de reações no fígado e nos rins, convertendo-se no produto final ativo, o
1,25-di-hidroxicolecalciferol, também conhecido como
1,25(OH
2)D3.

Vitamina D3 (Colecalciferol)

A vitamina D3 (também denominada colecalciferol) é o mais importante desses compostos, sendo formada na pele, em consequência da irradiação do 7-desidrocolesterol, substância presente normalmente na pele pelos raios ultravioleta provenientes do sol. Portanto, a exposição adequada ao sol evita a deficiência de vitamina D.

Os compostos suplementares da vitamina D ingeridos nos alimentos são idênticos ao colecalciferol formado na pele, exceto pela substituição de um
ou mais átomos que não exercem influência sobre sua função.

O primeiro passo na ativação do colecalciferol é convertê-lo em 25-hidroxicolecalciferol, o que ocorre no fígado e  em 1,25-di-hidroxicolecalciferol nos túbulos proximais dos rins. Indubitavelmente, essa última substância é a forma mais ativa da vitamina D. Importante salientar que é regulada pelo PTH.

AÇÕES DA VITAMINA D

A forma ativa da vitamina D, o 1,25-di-hidroxicolecalciferol, apresenta diversos efeitos nos intestinos, rins e ossos, como aumento da absorção de
cálcio e fosfato para o líquido extracelular e auxílio na regulação dessas substâncias por
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